Saúde na Lei
Notícia

Câncer em mulheres: Câmara debate acesso e demora no SUS em 10/11, às 10h, com Femama e ANS

Resposta rápidaA Comissão de Saúde da Câmara debate em 10 de novembro de 2026, às 10h, no plenário 7 do Anexo II, as políticas de combate ao câncer voltadas às mulheres. Estão confirmadas representantes da Femama e da ANS. O pedido cita acesso aos serviços, tempo entre diagnóstico e tratamento e novas tecnologias. É audiência pública: não há votação, e nenhuma regra muda nesse dia.
Neste artigoQuando e ondeO que estará em discussãoQuem foi convidadoO que já foi dito em debate anteriorO que vale acompanharPerguntas frequentesFontes

Quando e onde

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados marcou para terça-feira, 10 de novembro de 2026, às 10h, uma audiência pública sobre políticas de saúde da mulher e oncologia. O local é o plenário 7 do Anexo II.

O debate atende ao Requerimento 13/2026, do deputado Giovani Cherini (PL-RS).

Duas coisas precisam ficar claras. A primeira é que se trata de debate, sem votação informada na agenda desse evento. A segunda é que nenhuma paciente ganha ou perde direito nesse dia: o que sai de uma audiência são informações e propostas para os parlamentares.

O que estará em discussão

Segundo o deputado, a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer avançou no SUS, mas ainda há desafios em três pontos:

  • acesso aos serviços de saúde;
  • redução do tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento;
  • incorporação de novas tecnologias.

Quem foi convidado

Na agenda consultada em 7 de novembro, havia duas presenças confirmadas:

  • Joana Jeker, presidente do Instituto Recomeçar e representante da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), de forma presencial;
  • Ana Cristina Marques Martins, gerente-geral de Regulação Assistencial da ANS, de forma remota.

Aparecem como "a confirmar" representantes do Conselho Nacional de Saúde, da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer do Ministério da Saúde, do Inca, do Conass e do Conasems. A presença da ANS interessa também a quem tem plano de saúde, embora a agenda não detalhe o que a agência vai apresentar.

O que já foi dito em debate anterior

O tema não é novo na Casa. Em março de 2025, uma audiência da Comissão Especial de Combate ao Câncer reuniu queixas sobre o atendimento às mulheres. Entre elas:

  • baixo diagnóstico precoce e dificuldade de acesso a medicamentos;
  • problemas de financiamento no SUS;
  • média de 100 a 180 dias até o diagnóstico definitivo no SUS, em auditoria do TCU apresentada pela Associação Recomeçar;
  • mamografia a cada dois anos em apenas cerca de um terço das mulheres com 50 anos ou mais, segundo Angélica Rodrigues, apresentada na ocasião como presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

Esses números são do debate de 2025. A agenda de agora não informa se haverá dados atualizados.

O que vale acompanhar

A página do evento, consultada em 7 de novembro, não informa transmissão ao vivo nem forma de participação do público. Como a agenda pode mudar, confira de novo no dia.

Quem está em tratamento pode entender o que já está em vigor em outras páginas do site: os 18 protocolos de câncer publicados pelo Ministério da Saúde e o guia sobre medicamento de alto custo no plano e no SUS.

Perguntas frequentes

Quando é a audiência?

Terça-feira, 10 de novembro de 2026, às 10h, no plenário 7 do Anexo II da Câmara, segundo a agenda oficial consultada em 7/11. A situação da reunião é "convocada".

Quem já confirmou presença?

Joana Jeker, presidente do Instituto Recomeçar e representante da Femama, de forma presencial, e Ana Cristina Marques Martins, gerente-geral de Regulação Assistencial da ANS, de forma remota.

A audiência muda alguma regra?

Não. É um debate. Não há projeto em votação informado na agenda desse evento.

Quem ainda não confirmou?

Na agenda consultada, aparecem a confirmar representantes do Conselho Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, do Inca, do Conass e do Conasems.

Dá para assistir?

A página do evento consultada em 7/11 não informa transmissão ao vivo nem forma de participação. Vale conferir a página de novo no dia.

Fontes

Revisão jurídica: Matheus Lorenzen do Amaral, advogado (OAB/RS 90.061 e OAB/SC 74.552), Araranguá/SC.
Atualizado em 7 de novembro de 2026. Conteúdo informativo, sem consultoria individual e sem oferta de serviços.

Continue lendo